EventsMOL2NET'21, Conference on Molecular, Biomed., Comput. & Network Science and Engineering, 7th ed.
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This submission belongs to the session 06. BIOMODE.ECO-06: Biotech., Mol. Eng., Nat. Prod. Develop. and Ecology Congress, Paris, France-Ohio, USA, 2021. of the event MOL2NET'21, Conference on Molecular, Biomed., Comput. & Network Science and Engineering, 7th ed.
Published date
23 Nov, 2021
Academic Editor
author-avatarHumbert G. Díaz
Citation
Joyce Santos, Evalina Costa de Sousa, Maiane Silva de Souza, Lívia Cristina Lira de Sá Barreto, Avaliação de atividade antioxidante do óleo de Rosa mosqueta (Rosa aff rubiginosa) presente em cosmecêutico para tratamento de feridas, in Proceedings of MOL2NET'21, Conference on Molecular, Biomed., Comput. & Network Science and Engineering, 7th ed., 25 January–30 December 2021, MDPI: Basel, Switzerland, doi: 10.3390/mol2net-07-11837
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Avaliação de atividade antioxidante do óleo de Rosa mosqueta (Rosa aff rubiginosa) presente em cosmecêutico para tratamento de feridas

1. Universidade de Brasília
Abstract

Introdução: Rosa aff rubiginosa, popularmente conhecida como Rosa mosqueta é amplamente utilizada na indústria cosmética e alimentícia por sua composição(1). O óleo fixo extraído por prensagem à frio de suas sementes é rico em ácidos graxos essenciais à nutrição humana, especialmente ácido linoleico, oleico e linolênico, e ácido trans-retinoico(2,3), além de flavonoides(3), vitamina C e carotenoides(2), substancias eficazes em tratamentos cutâneos(4,5). Por esse motivo, tem crescido o interesse por esse insumo para cosméticos com aplicação terapêutica. Contudo, por sua composição majoritariamente graxa, o óleo possui pouca estabilidade devido ao processo natural de peroxidação(6). Objetivos: Diante do exposto, o presente trabalho visou avaliar a atividade antioxidante do óleo incorporado em formulações cosmecêuticas. Método: Foram avaliadas três emulsões, sendo duas contendo 30% de óleo de Rosa aff rubiginosa, sem ou com BHT (2,6-Di-tert-butyl-p-cresol) como antioxidante sintético, e a terceira formulação elaborada sem a presença do óleo vegetal, porem com BHT, chamada creme branco para fins de comparação. Todas as emulsões, juntamente com o óleo puro foram armazenadas em frascos airless e mantidas em câmara climática por 15 dias à 40 ± 2oC e 30 ± 5% de UR. As amostras recém-preparadas e expostas a tratamento climático por 15 dias foram submetidas a teste de atividade antioxidante pelo método DPPH proposto por Kim et al (2002)(7). A extração de compostos antioxidantes foi efetuada por dissolução de 1,5g da amostra em 1,5mL de solução de acetona:etanol (80:20 v/v). A mistura foi submetida a energia ultrassónica por 15min, seguido de centrifugação 5000rpm/15min. Adicionou-se 100µL do sobrenadante obtido a 2900µL do radical 0,1mM em etanol PA. Após agitação em vórtex, foram mantidos em repouso por 30min protegidos da luz. A densidade óptica inicial do radical foi avaliada em espectrofotômetro à absorbância de 517nm. A atividade antioxidante foi expressa em equivalente Trolox (TEAC). Resultados e discussão: A Figura 1 evidencia a ação antioxidante do óleo vegetal, puro ou incorporado em fórmulas cosmecêuticas, como também seu efeito sinérgico em presença de antioxidante sintético. Também foi possível observar a manutenção da ação, mesmo após tratamento em condições extremas. Entretanto, quando inserido na emulsão, os compostos ativos do óleo foram protegidos do tratamento climático empregado. Outra observação importante diz respeito a ação inferior inicial nas emulsões em comparação ao óleo vegetal, que pode ser justificada pela exposição térmica durante processo produtivo da forma farmacêutica.

Keywords
atividade antioxidante
Rosa mosqueta
óleo vegetal
emulsão
cosmecêutico
Manuscript
Poster
Avaliação de atividade antioxidante do óleo de Rosa.pdf
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