É fundamental compreender a vida de prateleira e a qualidade dos óleos vegetais, uma vez que esses fatores são significativamente influenciados pelo valor de peróxido (PV), um indicador crítico da oxidação lipídica [1]. A oxidação lipídica não só altera as propriedades sensoriais e nutricionais dos óleos, mas também leva à formação de hidroperóxidos, afetando o odor e a qualidade geral. Tradicionalmente, a VP é medida através de titulação iodométrica, onde o iodo é liberado em reação aos peróxidos [1]. No entanto, a demanda por métodos mais rápidos, eficientes e ambientalmente amigáveis tem levado à exploração de técnicas espectrofotométricas [1]. Essas técnicas, incluindo o método da Federação Internacional de Laticínios (IDF), envolvem a oxidação de íons Fe(II) a Fe(III) formando complexos coloridos, oferecendo uma alternativa potencial aos métodos titrimétricos [1].
Este estudo avalia e compara a eficácia destes métodos espectrofotométricos contra a abordagem iodométrica tradicional na determinação do PV em óleos vegetais. Focaliza, particularmente, a viabilidade do uso da análise espectrofotométrica para quantificação de PV, visando fornecer uma alternativa mais rápida e limpa. O estudo também explora vários solventes como isopropanol e misturas de metanol, etanol e n-hexano como substitutos potenciais na medição fotovoltaica.
Resultados preliminares sugerem que esses métodos alternativos, especialmente quando emparelhados com as misturas de solventes certas, podem efetivamente determinar o PV, oferecendo um substituto viável para o procedimento de titulação padrão. Esse avanço pode atender à crescente necessidade de avaliações fotovoltaicas rápidas e ecológicas na indústria de alimentos. Os resultados são significativos, prometendo abordagens mais simplificadas e sustentáveis para garantir a qualidade e a segurança dos óleos vegetais.